‘Dimenor’ assassina seu benfeitor para ficar com seu celular

Até quando os 'Dimenor' serão tratados como inocentes anjinhos ?
João Marcello ao lado de um menino: gostava de ajudar os pobres – Reprodução/Instagram

 

Por Alzir Rabelo

 

A vida imita a ficção. Enquanto nos distraíamos com a Copa, um jovem carioca, surfista de ondas grandes (e de coração do tamanho das tais ondas), levou dois meninos de rua para sua casa. Alimentou ambos, fez com que se banhassem e levou um deles até a casa dos pais desse menino. O outro, de 12 anos, deixou que dormisse em sua própria casa, para levá-lo, no dia seguinte, a um belo passeio, uma trilha até a Pedra da Gávea. Assim fez. Só que, lá no alto, à beira do precipício, de surpresa, o “dimenor” empurrou o benfeitor ribanceira abaixo, matando-o. Quando foi preso (aliás: preso, não; detido! Dimenor não pode ser preso! Eu é que vou acabar preso se continuar “difamando” esses anjinhos…), disse que fez isso para ficar com o celular do surfista. Quando os cidadãos de bem vêem essa manjada turminha defensora dos direitos dus manos defendendo bandidos, costumam comentar: “Tá com pena? Leva ele pra sua casa! Adote-o!” Infelizmente, foi isso que o jovem surfista fez. Vi essa história espremida num noticiários desses, “desimportanciada”. Assim, fiquei sem saber se a Ministra dos Direitos Humanos, a Comissão de Direitos Humanos da OAB, o PSOL, o PT, o PC do B, as ONGs, enfim, foram se solidarizar com a família do surfista. Mas… bobagem! Que dúvida idiota, a minha! É claro que devem ter ido…

 

Saiba mais sobre o ocorrido no O Globo

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