Por JAYSON C. MARTINS*

 

11/06/2020 — “Bolsonaro e a multiplicação dos pães” é um título bastante sugestivo, porque muitos comparam a trajetória atual de Bolsonaro com Jesus Cristo. Afinal, muitos chamam Jesus de Deus e vários chamam Bolsonaro de “Mito”!

Portanto, quais as similaridades que existem dos dias em que surgiram Jesus Cristo, o Maior Homem que já viveu, e Bolsonaro, que, apesar de não ser perfeito, é ,de longe, o melhor presidente que o nosso país já teve?

 

Aspectos emocionais do povo

Nos dias de Jesus, as pessoas também estavam à espera do Messias, que segundo eles (não segundo a Bíblia), os livraria do jugo de Roma, e os faria ter uma esperança de que Deus ainda estava olhando por eles, e que iria fazer algo por eles.

Por que o povo estava tão ansioso?

Porque o sacerdócio não atendia mais aos anseios da nação.

Tinham o interesse de manter o status quo, em conluio com cada procurador romano que ia governar a Judeia.

Similarmente, durante as manifestações de 2013 a 2015, as pessoas esperavam um líder popular que as fizesse livrar da quadrilha Lulo-petista, que fez um assalto aos cofres públicos de tal forma que muitos estavam saindo do país para não mais voltar.

E para ainda decepcionar mais o povo brasileiro, a maioria do clero católico e grande partes dos clérigos evangélicos (protestantes) ficaram do lado do PT, e da esquerda como um todo. Ou seja, os fiéis não sentiam mais confiança em seus padres e pastores.

 

A preparação do Caminho

Toda vez que Deus está para suscitar um Salvador, ele primeiro envia sempre o preparador do Caminho. Por exemplo, quando Deus fez nascer de modo milagroso a Jesus Cristo, ele primeiro fez nascer, o preparador do caminho para o Messias. Este era João Batista, que por milagre nasceu 6 meses antes, originário de um casal de idosos levitas, que não tinham sequer perspectiva alguma de ter filhos.

Mas, qual o objetivo da vida deste homem? Preparar o caminho para aquele que vem realizar o trabalho pesado. E João realmente fez o seu trabalho: preparou pessoas que saberiam reconhecer e seguir o verdadeiro Messias – o verdadeiro líder da nação de Israel. 

Se hoje, a direita brasileira reconhece seu verdadeiro líder será que não foi porque Olavo de Carvalho durante o mínimo de 20 anos, quando ele escreveu o livro A Nova Era e a Revolução Cultural (1993), começou a prepará-la para a Grande Insurgência Contra o Estamento Burocrático em 2013?

Foi a partir daí que o brasileiro passou a ter mais consciência política, sabendo o que é direita e esquerda. E sabendo que eles queriam alguém maior do que aqueles políticos que ali estavam, que só visavam os seus próprios interesses.

Em ambos os casos, tantos os líderes religiosos e políticos de Israel, como o atual estamento burocrático hoje, tem ojeriza do povo, e para tais, este serve somente para contribuir e sustentá-lo. 

 

A classe empresarial em conluio com o Estamento Político e Religioso

Não é de hoje que muitos comerciantes fazem conluios com a classe política e a classe eclesiástica com um único objetivo: Lucrar mais, tendo assim seu monopólio. 

Por exemplo, nos dias de Jesus, os comerciantes do templo extorquiam a todos que precisassem realizar seu sacríficos com animais de todo e qualquer porte.

A ganância era tão grande, que você poderia oferecer o sacrifício, de acordo com o “tamanho” de seu pecado.

E isso, gerava milhões tanto para comerciantes, quanto para o inescrupuloso clero judaico, que tinha direito à décima parte do que era vendido também pelos cambistas.

Será que hoje é diferente?

 

Corrupção usando a fé!
Foto do Campo da Fé, na semana em que foi decidido que seria feito o encontro com o Papa na Praia de Copacabana. Será que Jesus multiplicaria os pães, e deixaria seus fi[eis em terreno lamacento?

 

Vemos que por influência do socialismo, o empresariado brasileiro ficou viciado em receber dinheiro, ou isenções fiscais do Estado, e também fazer conluio com o clero, seja católico ou protestante.

 

Construção do Templo do Rei Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro do Brás, em São Paulo.
Empreiteira enriquece às custas da construção de Templos, principalmente de Salomão da Igreja Universal do Reino de Deus!! Será que Bolsonaro multiplicaria os pães desta forma?

 

Não importa o Governo, o importante para o empresário é faturar, e tendo parceria com o Governo e a religião, para também ter poder.

Então, a pergunta que não quer calar: Por que eu escolhi o título “Bolsonaro e a multiplicação dos pães”, sendo que não vivemos em um mundo onde se realizam milagres pela fé?

Gostaria que ficassem comigo na expectativa da parte 2, que começaremos a entender juntos esta prosa de “Bolsonaro e a multiplicação dos pães”!

 

 

FONTES: 1 , 2 , 3 , 4 , 5 e 6

 





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By Jayson Claudio Martins

*JAYSON C. MARTINS é contabilista Autônomo, Bacharel em Ciências Contábeis e Pós-Graduando em Docência no Ensino Superior. Promotor de Cursos Profissionalizantes para Assessoria a Empreendedores. Defende Bonoro e meter pau nos políticos ladrões e/ou mentirosos nas horas vagas. - YOUTUBE / BLOG / FACEBOOK

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