Em Belém do Pará, família só descobriu a fraude porque contrariou as recomendações das “autoridades”, abriu o caixão e descobriu corpo de pessoa desconhecida. A avó, dada oficialmente como morta pelo Vírus Chinês, estava viva e internada em hospital

 

05/05/2020 — Durante velório realizado na noite de 01/05/2020, uma família abriu o caixão da avó, que teria morrido em decorrência da contaminação pelo Vírus Chinês, e descobriu que o corpo era de outra pessoa. Apesar da emissão da certidão de óbito, Maria da Conceição Oliveira, de 68 anos, está viva e foi encontrada, após insistência da família, em um leito do Hospital Abelardo Santos, na capital, e trata dos sintomas do coronavírus.

A vovó testou positivo para o COVID-19 e precisou ser internada no Hospital Abelardo Santos, em Belém, em 30/04/2020. Depois que deu entrada na unidade, a família não teve mais notícias e no dia seguinte  recebeu a certidão de óbito da idosa. Uma funerária contratada levou o corpo para a casa da família e, já no velório, os parentes de Conceição descobriram que se tratava do corpo de outra mulher.

A funerária avisou para que não abrisse o caixão, por causa da pandemia. Então os filhos dela perguntaram como ela estava e disseram: ‘bata vermelha, cabelos brancos’. Só que dona Conceição não tem os cabelos brancos e nós não mandamos nenhuma bata vermelha. Foi que o neto dela teve coragem pra abrir o caixão e foi um susto terrível, era uma senhora morena, com tubo na boca”, relata Tallya Fernandes, parente de Conceição.

Segundo a família, a idosa apresentou melhoras na noite de 04/05/2020 e tomografias mostraram avanço na recuperação dos pulmões – “ela até já deu uma caminhada, com ajuda, dentro do quarto mesmo“, disse o neto Bruno Oliveira.

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