Dilma , o Papa e o turismo quadrilheiro

Já em plena e indisfarçável campanha eleitoral, o arremedo de gremlin agradece à Deus (que ela , oficial e estrategicamente, esquiva-se de afirmar se acredita ou não na existência) por toda tragédia , holocausto ou tsunami em que ela possa dissimular complacência e preocupação humanitária. Almejando o chamado ‘voto da fé’, a criatura de natureza malévola não se acanha em suplicar por simpatia de seguidores de qualquer religião, o que não deve causar-lhe qualquer ambivalência, já que ela declaradamente não tem religião, posicionamento que eu não condeno pois também é o meu (sou espiritualista,mas não sigo religião alguma). O que me irrita , mais ainda do que a farra com o turismo quadrilheiro ao Vaticano pago com o erário (já que o nosso país é riquíssimo e cá nada falta para o povo) é o proselitismo oportunista calculado para engabelar a multidão de eleitores alienados e convenientemente desaculturados que não têm consciência de como os marxista-leninista (como a supracitada) se referem à Deus e às religiões de modo geral. Resumidamente eles afirmam que ‘a religião é o ópio do povo’ e deve ser abolida;  e quem acreditou na encenação petista é , eufemisticamente , um trouxa.



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