Os desgovernadores de vários estados do Brasil decretaram lockdown NOVAMENTE. É mais um capítulo do Golpe do Vírus Chinês dessa novela  que já dura cerca de um ano. Os objetivos reais dos mandantes estaduais todos já conhecemos. O Covidão, escândalo de desvio das verbas federais para o combate ao Covid-19, que já atingia  R$ 1,32 bilhão investigados em agosto de 2020, é uma pequena amostra desses objetivos inconfessáveis. Até governador impeachmado e preso teve nessa História.

Outro objetivo é abalar a imagem do Presidente Bolsonaro frente à opinião pública visando as eleições presidenciais de 2022.

Nessa guerra assimétrica, a economia do país é quem perde e sofre.

Os desgovernadores não se importam com os meios de sobrevivência de comerciantes, sobretudo os pequenos, e de prestadores de serviço. Por conseguinte, não se importam com suas vidas.

 

Como essa guerra terminará e como afetará nossas vidas?

Entendo que, a longo prazo, estatisticamente falando, tudo ficará bem, mesmo que eu tenha falido ou morrido, porque sempre aparecerá outro comerciante ocupando o meu posto, mesmo que seja um chinês. Porém, tem algo nesse raciocínio científico que me causa desconforto.

Parece raciocínio de psicopata, mas, infelizmente, é exatamente assim que pensam os conselheiros militares do Presidente Bolsonaro. É o Positivismo, que não leva em conta o que é moral e nem o que é certo. Se continuar assim, o tal Positivismo se concretizará em deixar para os esquerdistas um país com uma big superestrutura de estradas, linhas férreas, portos, etc. porque não há chances do Bolsonaro se reeleger com as urnas eletrônicas fraudadas. A narrativa já está sendo construída para legitimar a fraude. As mortes pelo Vírus Chinês e a falência generalizada de empresas já estão sendo colocadas pelos governadores na conta do presidente. E o povo vai acreditar. E se não acreditar, o que vão fazer? O que pôde fazer Trump nos EUA?

Vejo três cenários possíveis:

1- O governo federal voltará em 2022 para a mão de esquerdistas e isso aqui virará irreversivelmente uma Venezuela;

2- Bolsonaro vai apertar o “botão vermelho” na época da eleição, em 2022,  e finalmente recolocará o Brasil nos trilhos. Porém, nessa altura será complicado ele justificar o porquê de ter esperado o país se tornar uma Argentina, com uma miríade de mortes e falências pelo caminho, para tomar uma atitude;

3- Bolsonaro vai fazer, nos próximos dias, o que se espera dele  e colocar ordem nesse hospício sem Lei que se tornou o Brasil.

 

Oremos!





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