“Tudo começou quando me pediram para assinar um atestado de óbito sem que eu pudesse ver e atestar a morte, o que é ilegal, e eu me recusei. enfermeiras alteraram minhas receitas sem a minha autorização. Adulteraram até a minha folha de ponto”, afirma a Dra. Maria Silva

 

 

24/05/2020 — A médica Maria da Conceição Saraiva da Silva, foi afastada das suas funções em 14/05/2020 no município de Manaquiri, no Amazonas, por não assinar atestado de óbito sem ver o corpo.

A médica afirmou que foi demitida por não seguir o protocolo determinado pela irmã do prefeito, Jair Souto, a secretária de saúde, Maria Luíza Souto.

O relato da médica é surpreendente. Eis um resumo:

Acontece que a partir de certo momento começaram a acontecer situações, até então aparentemente provocadas pela atual secretária de Saúde e irmã do prefeito, que demonstravam que a minha forma de trabalhar com ética e dentro da legalidade, começaram a incomodar.

Tudo começou quando me pediram para assinar um atestado de óbito sem que eu pudesse ver e atestar a morte, o que é ilegal, e eu me recusei. Desse momento em diante teve início uma série de perseguições e boicotes.

Inúmeras vezes enfermeiras alteraram minhas receitas sem a minha autorização, trocando os remédios receitados, o que é ilegal e inaceitável. Registrei tudo em uma ATA no cartório da cidade, com testemunhas. Aliás, muitas vezes flagrei enfermeiras prescrevendo, receitando como se fossem médicos, o que também é ilegal.”

Será que é um caso isolado ou temos outros semelhantes aqui mesmo, no Estado de São Paulo?

 

 

 

FONTE





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